Reflexão sobre a Vida após a Morte

Tudo que percebemos e rotulamos como parte de estar vivo está diretamente dependente de um dos maiores órgãos humanos, o cérebro. Quando conversamos sobre ideias, sobre coisas, objetos, pessoas, sentimentos, cálculos, linguagens, e té mesmo o tempo, todas estas coisas são parte da nossa capacidade mental, e foram diretamente originadas dentro do nosso cérebro. Ao mesmo tempo, grande parte destes atributos antigamente eram atribuídos ao espírito, ou a uma “vida após a morte”, que seria a continuação destes sentidos e capacidades cerebrais mesmo sem o cérebro.  No vídeo Sam Harris explica com detalhes este raciocínio.

Por que as premissas de vida após a morte teriam justamente estas descrições? Seria por falta de criatividade e conhecimento de outras alternativas dos criadores da mitologia? O fato é que muitas pessoas hoje ainda acreditam em vida após a morte, o que ás tornam mais suscetíveis a serem enganadas ou até mesmo de tomarem decisões equivocadas.

A explicação do Sam Harris abaixo demonstra falibilidade da explicação de muitas das religiões sobre a morte.

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Ricardo Cury

Desenvolvedor de websites desde 1998. Diretor de negócios da Delta Design, autor de conteúdo no RGSTur, Desenvolvedor do Revista Internet, Webmaster no O Café, desenvolvedor do Turismo de Compras, videomaker, produtor e criativo em diversos projetos web. I LOVE INTERNET